Você esta em duvida sobre qual é a raça ideal para você?
Então confira o meu Guia de Raças e descubra de todas as minhas 200 raças qual é a ideal para você!
Grupo 01 =
Cães Pastoreiros e Boiadeiros.
Red-Merle. O red-merle é uma espécie de marmorização do vermelho com o cinza. As tonalidades podem variar bastante e o cão pode ser totalmente red-merle ou possuir marcações em branco ou castanho.Normalmente os cães possuem um dos olhos (ou ambos) de cor azul.


Sua pelagem é de comprimento e textura moderados e fácil de se manter limpa, com escovações semanais a fim de ajudar na limpeza dos pelos mortos. O Aussie perde bastante pelo o ano todo e deve-se tomar cuidado especial durante os banhos e no processo de secagem, para garantir que o pelo realmente seque completamente, evitando que surjam problemas de pele ou odor de ´cachorro molhado´.
Com as escovações em dia, os banhos com shampoos devem ser reduzidos ao mínimo necessário, evitando que o cão produza secreções em excesso para manter a oleosidade natural do pelo.
Os Australians são bem rústicos mas precisam de alguns cuidados especiais:
- Problemas oftalmológicos hereditários - para mais informações clique em http://www.vet.purdue.edu/


A principal característica dos Australian Cattle Dogs é sua versatilidade e inteligência, que o colocaram em 10º lugar no ranking de inteligência elaborado pelo pesquisado Stanley Coren em seu livro "A Inteligência dos Cães".
Sua inteligência inata e a grande facilidade em aprender rapidamente comandos complexos, fizeram com que a raça ganhasse destaque especialmente entre os fazendeiros que precisavam de cães altamente confiáveis no trabalho com os rebanhos. Mas além de serem excelentes em suas funções originais, os ACD destacam-se em várias outras atividades, como o Agility e as competições de obediência e Schutzhund, onde podem aproveitar todas as melhores qualidades da raça.
Os ACDs se caracterizam por ser reservados com estranhos mas sem demonstrarem qualquer agressividade. Já com seus donos, são devotados ao extremo, a quem seguem como verdadeiras sombras. Como são cães bastante inteligentes e que freqüentemente precisam tomar ´suas próprias´ decisões na condução dos rebanhos, podem se tornar um tanto insubordinados se perceberem que seus donos não transmitem a liderança necessária. Característica básica em sua função original é trabalhar em silêncio.
Não são cães para um dono pouco experiente ou que proporcione pouca atividade física e mental a seus cães. Da mesma forma, não suportam bem a solidão ou a vida isolada de um quintal. Os ACD precisam de contato constante com a sua família e caso não possuam esta experiência, podem desenvolver problemas de comportamento.
Na atividade de pastoreio, são cães especialistas em gado, não sendo a raça mais adequada, por exemplo, para trabalhar com ovelhas, mas com o treinamento adequado, podem realizar o pastoreio sem problemas.
O relacionamento destes cães com crianças e outros animais é bastante bom, lembrando sempre que, por se tratarem de cães de pastoreio, a tendência é que eles encarem crianças e os demais animais como seres a serem pastoreados.O ACD, independente da cor de seus pais, nasce completamente branco. A cor definitiva se fixa em aproximadamente 1 semana, mas a tonalidade da cor só se confirma após 1 ano.
Como são cães muito ativos e com grande necessidade de atividade, é fundamental que se inicie desde cedo o adestramento de obediência.
Para os cães que forem destinados ao trabalho com o gado, é absolutamente essencial que além do adestramento de obediência, o cão receba o treinamento especifico para a função do pastoreio onde aprimorará seus instintos básicos.

O Australian Cattle Dog apresenta uma grande variedade de marcações mas basicamente a cor do cão se divide em Blue ou Red. Da onde vem os nomes pelos quais também são conhecidos Blue Heller e Red Heller.
O ACD tem pelo médio para curto e não necessita de nenhum cuidado especial para a manutenção de sua pelagem, além de banhos eventuais e escovações.
- Surdez congênita


Apesar de seu início como cão de pastoreio, os bearded collies foram, paulatinamente, perdendo espaço para outras raças na função, mas seu temperamento alegre e disposição para as atividades fizeram com que ganhasse destaque como cão de companhia ou de exposições.
Por ser um cão muito ágil e resistente, atua com muito sucesso em competições de obediência e agility.
São cães que demandam exercícios para que possam se desenvolver bem e não adquirir hábitos destrutivos. 30 minutos de exercícios diários são o suficiente para os Beardies. Como foram desenvolvidos para que pudessem atuar praticamente sozinhos com as ovelhas e o gado, tendem a ser cães mais independentes e menos afeitos à obediência. Por isso mesmo, qualquer treinamento nunca deve ser repetitivo, pois se entediam facilmente. Na classificação do estudioso Stanley Coren, publicada no livro ‘A Inteligência dos Cães’, ocupam a 34ª posição entre 135 raças pesquisadas.
São cães dóceis e confiáveis, e não devem demonstrar traços de timidez exagerada ou agressividade e, ao contrário de outros cães originalmente de pastoreio, não são cães que devam ser utilizados para guarda, já que não possuem instinto territorial muito intenso. Podem ser utilizados como cão de alarme.Com os humanos são cães carinhosos, sem fazer o tipo ´grudentos´. Apesar disso, não gostam de ficar longos períodos sozinhos. Precisam participar da vida da casa e sentir que existe um ´dono´ por perto.
Por seu passado de pastor, costuma dedicar-se igualmente a todos os membros da família, sem eleger único dono. Cuida de todos, e gosta de ver sua família reunida, como um rebanho.
Com crianças, é extremamente paciente e especialmente brincalhão. todo cuidado é pouco, uma vez que sendo um cão muito delicado e frágil, pode se machucar facilmente em uma brincadeira mais estabanada. Como praticamente todas as raças de pastoreio, costumam se dar bem com outros cães e mesmo com outros animais que certamente vão ser pastoreados pelos Beardies.
São bastante curiosos e seu olhar e comportamento demonstra isto claramente. Estão sempre dispostos a conferir tudo de novo que passa em seu caminho.
Os filhotes nascem com uma coloração intensa, mas mesmo os criadores experientes não prevêem qual a tonalidade definitiva dos cães quando filhotes. Somente após os quatro meses, a tonalidade começa a variar e é normal que a pelagem clareie, em muitos casos chegando a ficar totalmente branco, voltando a escurecer a partir do segundo ano.
Por sua característica de independência, os filhotes devem aprender rapidamente que devem obedecer e precisam ser estimulados à obediência desde cedo, caso contrário podem desenvolver um traço forte de personalidade dominante e o convívio pode ser bastante difícil.

A raça pode apresentar-se nas cores preta, azul, marrom e areia, com ou sem marcas brancas e com diversas tonalidades, variando por exemplo, na cor preta, do preto intenso ao cinza ardósia.
Durante sua vida a tonalidade irá variar, porém a partir de três anos esta variação passa a ser mínima e já se sabe a tonalidade definitiva. A variação ocorre dentro de uma mesma ninhada, entre irmãos e podem também nascer todos de uma única cor, ou mesmo as quatro cores na mesma ninhada. A regra aqui é ditada por um fator genético bem complexo, baseado nos pais e nos fatores que os mesmos carregam.
O pelo abundante dos Beardies, precisa de cuidados para que se mostrem limpos e sem nós. Deve-se acostumar o filhote desde cedo com a rotina de escovações. O ritual de escovação deve ser repetido pelo menos 1 vez por semana, quando os cães estão na fase adulta. Entre 9 e 18 meses, quando trocam o pelo de filhote pelo de adulto, precisam de escovação a cada 3 dias, para remoção dos pelos que estão se soltando. Deve-se evitar os banhos excessivos que podem danificar o pelo do cão.
- A raça é sujeita a Alergias, que ocorrem por herança genética. As manifestações alérgicas podem ter diversas causas, desde picadas de insetos a remédios. As conseqüências vão de coceiras a reações violentas, às vezes fatais.
- Displasia coxo-femural


O Border é, antes de mais nada, um trabalhador. Desenvolvido para o trabalho, pode ser considerado por muitos um workholic. Sua principal característica – pela qual foi selecionado durante tantos anos – é a capacidade de lidar especialmente bem com rebanhos. Em seu país de origem, estima-se que 98% de todas as propriedades rurais utilize cães para auxiliar no trabalho com o rebanho, e grande parte destes cães são borders.
É um cão com extrema vitalidade e uma enorme necessidade de executar tarefas, por isso não é incomum encontrar relatos de borders que, na falta de um rebanho de ovelhas para cuidar, acaba pastoreando patos, crianças... enfim, qualquer coisa que se mova.
Segundo o pesquisador Stanley Coren, autor do livro A Inteligência dos Cães, a raça está em primeiro lugar entre as 133 que tiveram sua inteligência de obediência e trabalho. De acordo com o levantamento, 190 dos 199 juízes participantes situaram o Border entre os dez melhores, o que lhe garantiu a liderança do ranking.
No entanto, a inteligência e a habilidade para resolver situações complexas pode se transformar num problema para o dono, uma vez que da mesma maneira que aprende as coisas que o dono quer, aprenderá na mesma velocidade coisas que são absolutamente dispensáveis.
A principal característica do Border ‘em ação’ é o seu chamado ‘power eye’. É através de seu olhar ‘penetrante’ que ele consegue, apesar do tamanho, dominar rebanhos com tanta eficiência.
Dependendo do tamanho dos rebanhos os borders trabalham em grupo e através de um treinamento sofisticado e ao mesmo tempo simples, os pastores conseguem que cada cão responda ao seu ‘assobio’ particular e desempenhe assim atividades relacionadas mas independentes dos demais cães.
Além de suas atividades originais, o Border é um exímio atleta. Por suas características físicas, tem uma enorme agilidade e velocidade, o que garantiu à raça um papel de destaque nas competições de agility, fly ball e jumping. A superioridade dos border na prática do agility é tão acentuada que para eles foi criada uma categoria especial, onde concorrem apenas entre si, dando assim alguma chance às demais raças nas categorias gerais.
Uma característica marcante dos borders é a sua precocidade e energia. Segundo treinadores, os Borders começam seu desenvolvimento antes das demais raças e por isso estão 'prontos' mais cedo que os demais.
Para os pequenos filhotes a principal motivação para o aprendizado é o interesse do dono. Assim, um bom dono é capaz de obter excelentes resultados com um Border mesmo com poucos meses.
O instinto de pastoreio do Border é ainda tão forte que mesmo os pequenos filhotes já começam a assumir a pose típica da raça quando trabalha: colocando a cabeça para frente, patas da frente abaixadas e garupa alta. Segundo os estudiosos, essa postura é uma aliada na intimidação das ovelhas.
Apesar do tamanho e por ser um cão desenvolvido para o trabalho, não é recomendado para áreas pequenas onde não possa realmente gastar sua energia em atividades ‘úteis’. Um border entediado é capaz de se transformar num cão bastante destrutivo e arteiro.
Quanto às crianças, dá-se bem com elas, mas seu instinto de pastor pode assustá-las se forem muito pequenas.
Quanto à higiene, banhos podem ser dados mensalmente, mas as escovações devem ser freqüentes para manter a pelagem sempre na melhor forma. Nos de pêlo longo, mais ainda: de preferência, todo dia.

Até em função de ter sua criação essencialmente voltada ao trabalho, a raça não segue um padrão muito rígido quanto ao tipo físico desejado e assim há uma grande variedade de cores e marcações possíveis para o Border, normalmente em preto, marrom, vermelho, e até mesmo o azul merle, sobre fundo branco, que não deve ser predominante.
O padrão adotado pela CBKC – entidade brasileira de cinofilia, determina algumas características que todo Border deve ter, como por exemplo um corpo um pouco mais comprido do que alto, o porte médio com cerca de 50 cm na altura da cernelha, o focinho relativamente fino, as orelhas afastadas e inseridas no alto da cabeça, a cauda moderadamente comprida.
O pêlo pode ser curto ou longo; as orelhas eretas ou semi-eretas.
O Border está sujeito a alguns males hereditários. Um é a Atrofia Progressiva da Retina, conhecida como PRA central, uma atrofia da retina devido a depósito de melanina, que pode aparecer a partir dos três anos. Esta doença, que chegou a afetara 12% dos cães ingleses na década de 80, alcança hoje apenas cerca de 1% do plantel na Inglaterra.
Outro problema que pode acometer os Borders é a CEA (Anomalia do Olho do Collie), um descolamento da retina e que aparece bem cedo no Border. A CEA resulta em sangramentos e cegueira e atingem cerca de 2% dos exemplares.
Casos de displasia coxo-femural (anomalia no encaixe do fêmur e da bacia) também já foram relatados, mas são mais raros.


O Bouvier de Flandres é, acima de tudo, um cão de trabalho, e como tal deve ser inteligente, tranqüilo , equilibrado e muito valente, qualidades essências não apenas na função com os rebanhos, mas também para suas funções de cão de guarda.
Bastante afetivo e protetor com os membros de sua família e dotado de um sentido de iniciativa muito desenvolvido, é capaz de defender o dono quando estiver em perigo mesmo que não tenha sido adestrado especialmente para esta função. As mesmas características não o recomendam para donos inexperientes ou que não saibam se impor ao cão como líder.
Por ser um cão rústico, agüenta bem as brincadeiras mais abrutalhadas das crianças, com que tem bastante paciência, mas em função de seu tamanho, as brincadeiras devem ser sempre supervisionadas por um adulto.
É um cão com grande energia e resistência, sendo muito indicado para pessoas que tenham uma vida ativa e que desejem um companheiro para caminhadas e outras atividades como agility. Seus reflexos e grande destreza, fazem do Bouvier des Flanders um excelente cão de resgate, motivo pelo qual é freqüentemente utilizado no socorro a vítimas de catástrofes e combate anti-drogas.
N
Os filhotes, assim como os adultos, são bastante ativos e curiosos. É comum que só atinjam a maturidade mais tarde do que as demais raças e por isso, é fundamental que, durante o período de crescimento, o proprietário saiba impor seus limites e inicie o processo de educação do filhote. É importante sempre lembrar que como é um cão que terá um porte grande e força atlética acima da média, capaz de intimidar qualquer um, é fundamental que o filhote realmente perceba desde cedo que não é ele quem manda ou determina as rotinas da casa. O treinamento de obediência é absolutamente essencial para a raça, inclusive porque reforça os laços entre cão e proprietário.
Seu porte físico e alto nível de atividade, não o recomendam para apartamentos. É um cão que foi desenvolvido para viver em espaços amplos e de preferência, ao ar livre, com espaço suficiente para que possa ir e vir à vontade, desempenhando o seu papel de guarda.
Apesar de tolerar relativamente bem a solidão, não é indicado para proprietários que não queiram realmente partilhar as atividades com o cão. Por isso, é importante que o cão esteja inserido na rotina da família.

A pelagem do Bouvier é dupla com subpêlo protetor e impermeável e pêlo de comprimento médio, em torno de 6 cm levemente eriçado, sem ser lanoso nem encaracolado. Na cabeça o pêlo é mais curto e existe a formação de bigode e barba.
Sua cor varia desde o amarelo até o preto, passando pelo sal-e-pimenta, cinza e tigrado.
Para manter a textura (áspera) e aparência do pelo, é importante escová-lo semanalmente. Os banhos devem ser evitados. Se o cão estiver realmente sujo, pode-se limpar o pêlo com um xampu seco próprio. Mas deve-se cuidar para que a pelagem conserve um aspecto natural. Da mesma maneira, não se deve cortar os bigodes e as sobrancelhas, bastando penteá-los de modo a que não fiquem na frente dos olhos.
As orelhas devem ser cortadas nos países em que esta prática é permitida, como o Brasil. Já em países como a Grã-Bretanha e Alemanha, os cães não devem ser operados. A cauda também pode ser amputada nos países em que não há restrições. Alguns exemplares podem nascer anuros.
- Algumas linhagens apresentam maior predisposição para apresentar displasia coxo-femural. Por isso é importante adquiri cães cujos criadores realizam o controle de displasia do plantel.
- Também existem relatos de problemas relativos à tireoide.


Inteligente, o Collie ocupa a 16a posição na escala de inteligência do psicólogo Stanley Coren, publicado no livro "A Inteligência dos Cães", e segundo o autor, isto significa que eles são excelentes para executar tarefas de trabalho. O treinamento de simples comandos são normalmente assimilados depois de 5 a 15 repetições e serão memorizados facilmente, embora ainda possam melhorar com a prática.
No entanto, o Collie precisa de estímulos para que possa se desenvolver adequadamente. Não é, de maneira nenhuma, um cão que possa ser deixado no fundo do quintal. Além de ser importante para o desenvolvimento mental do cão, os exercícios contribuem para que ele queime gordura evitando assim problemas com obesidade, que é facilmente escondida pelo pêlo muito cheio e denso.
Apesar de ter praticamente abandonado o trabalho no campo para ocupar posição de destaque como cão de companhia, o Collie precisa de espaço e exercícios, o que faz com que se destaque nas competições de agility. Extremamente pacientes com crianças, os Collies são muito tolerantes até mesmo com brincadeiras mais ‘violentas’, desde que tenham tido contato com elas desde pequeno.
São relativamente reservados com pessoas estranhas e costumam adaptar-se bem a outros animais.
Alguns exemplares podem latir excessivamente e envolver-se em acidentes caso fiquem totalmente livres, pulando muros baixos para perseguir carros, ciclista, motos, corredores.

Os filhotes possuem grande energia e são extremamente brincalhões. Aprendem rapidamente, característica que deve ser aproveitada pelo dono para conseguir um cão obediente e companheiro.
Até em função dessa energia, são do tipo que é ‘melhor manter ocupados’ e longe de seus móveis. Assim, a melhor coisa é proporcionar ao filhote brinquedos com os quais possa se distrair e longas sessões de exercícios e brincadeiras.
A pelagem do collie ainda filhote muda bastante até atingir a maturidade. O pelo cedoso vai se tornando áspero aos poucos até chegar à textura definitiva.

A pelagem do Collie requer muitos cuidados para que seja saudável e bonita. Formada por pelo e subpelo, é extremamente adequada à proteção contra o frio. Deve ser escovada pelo menos 3 vezes por semana, de preferência com escovas de cerdas para que seja retirado todo o pelo morto, prevenindo nós e problemas de pele.
Normalmente durante o período quente os Collies trocam de pelo, o que pode causar um certo transtorno, uma vez que a quantidade é expressiva, mas com a ajuda da escovação, é um problema contornável.Raspar os pêlos no verão é um grande erro. Embora Collies não sejam "apaixonados" pelos dias quente, o pelo denso funciona como um isolante térmico.

Segundo o padrão aceito pela cinofilia brasileira, os Collies podem apresentar-se em 3 cores distintas: Marta (na foto, deitado), Tricolor (em pé, à direita) e Azul Merle (sentado, à esquerda). Os americanos reconhecem essas mesmas 3 cores, mas acrescentam ainda o branco.
Em qualquer que seja a cor, as manchas brancas típicas da raça (na juba, patas e pés e cauda) devem estar presentes.
Os olhos azuis só são aceitos nos exemplares Azul Merle.

Os collies são cães bastante sensíveis à medicações e por isso todo o cuidado é pouco e é extremamente não recomendável medicar seu cão sem o conhecimento do veterinário.
Os problemas mais comuns à raça são: Dermatite
Collie Nose – problema característico da raça. O nariz do cão descasca e tem rachaduras dolorosas quando exposto ao sol.
Os collies apresentam uma síndrome ocular que pode levar à cegueira. Chamada em inglês de CEA – Collie Eye Anomaly, estima-se que 95% dos cães da raça transmitam a doença mesmo que não desenvolvam seus sintomas.
Atrofia Progressiva da Retina (PRA) – que pode levar o cão à cegueira
Combinando com seu aspecto rústico, é um cão muito sólido e resistente e, também, bastante curioso e sociável, não sendo excessivamente desconfiado ou agressivo.
O Beauceron tem, até em razão de sua funcionalidade original, uma índole mais independente, o que não significa que não seja um cão bastante apegado aos seus donos. Como todo cão de pastoreio, pode viver tranquilamente do lado de fora da casa, mas deve ser um integrante da família a quem protegerá.
Além de atuar com muita eficiência na guarda, o Beauceron também é utilizado em pet terapia, Schutzhund, French Ring, detecção de drogas em aeroportos, agility, pulling e mushing, só para citar algumas outras atividades nas quais se destaca. É a sua versatilidade que explica também a crescente popularidade que a raça tem conseguido não apenas na França, mas, a partir dos anos 60, no resto do mundo.
Sua vivacidade e energia, fazem dos filhotes excelentes companheiros de proprietários mais ativos. Como crescem rápido, deve-se tomar algum cuidado para estabelecer o contato entre os Beauceron e as crianças muito pequenas.
São cães de amadurecimento tardio, consideram-se adultos apenas por volta dos 2 anos de idade. Outro cuidado importante é com a socialização dos filhotes, que deve ser incentivada após o término das vacinas.
O corte de orelhas é atualmente proibido na Europa mas não no resto do mundo.

O pêlo do beauceron é forte e firme, rente na cabeça e assentado no corpo. As ancas e a cauda são franjadas. Na espécie padrão, a pelagem é negra e avermelhada, mas o vermelho só deve ocorrer na extremidade dos membros, no chanfro, nas arcadas superciliares e ao redor do ânus. Mas existem outras variedades, como a dinamarquesa (cinza com malhas negras) e a ruiva.

O Beauceron como a grande maioria dos cães de grande porte e de crescimento rápido, está sujeito à displasia coxo-femural e de cotovelos. Caso vá adquirir um filhote, certifique-se de que os pais tenham sido examinados e que tenham sido aprovados pelas radiografias.



São cães muito inteligentes e que aprendem com rapidez. O Shelties aparecem na a 6ª posição entre as raças mais inteligentes na classificação do livro A Inteligência dos Cães de Stanley Coren. No entanto, a inteligência aguçada não é apenas uma qualidade, podendo se transformar também num problema, já que por sua capacidade de aprendizagem tão desenvolvida, o Sheltie precisa ser exercitado – física e psicologicamente – para que não se torne um cão entediado e consequentemente destrutivo.
Por sua característica de procurar o dono constantemente, não são cães que devam ser ‘esquecidos’ nos quintais ou privados do convívio familiar, já que nestes casos podem desenvolver problemas de comportamento, como destruição, latidos em excesso, morder as coisas e cavar buracos. Apesar de procurarem constantemente a companhia do dono, também não são cães ‘de colo’.Com pessoas estranhas demora um pouco até se sentir confortável, mas se sentir qualquer traço de animosidade não vai pensar duas vezes para dar o alarme.
Podem viver em espaços pequenos, como apartamentos, desde que seja exercitado diariamente. Seu nível de atividade e sua grande facilidade em aprender novos comandos, faz com que os Shelties se destaquem em esportes como o agility.
Bastante sociável com crianças, pode ser um excelente companheiro nas brincadeiras, podendo mesmo exercitar com elas suas habilidades de pastoreio.

A primeira providência para garantir um bom filhote é a observação das proporções físicas dele. Um bom exemplar tem o corpo retangular, levemente mais longo que alto. Os olhos são amendoados e escuros. Na cor azul merle são aceitos também olhos azuis: podem ser ambos ou apenas um ou, ainda, escuros com manchas azuis. O focinho começa a ficar alongado a partir do primeiro mês. A ponta do nariz (trufa), lábios e pálpebras devem ser pretos.
A ponta dobrada das orelhas deve aparecer entre os quatro e os cinco meses de idade. Nessa época, se o terço superior não dobrar sozinho, pode-se apelar para um pequeno truque que consiste na colocação de um pequeno peso - um rolinho de esparadrapo (substituído a cada cinco dias) ou uma massa aderente feita com a mistura indicada pelo veterinário de forma que a pasta grude nas pontas das orelhas, recolocadas ao caírem por falta de aderência. Quando as pontas das orelhas dobrarem sozinhas, pode-se suspender o "tratamento". Tais providências não funcionam em Shetlands com mais de oito meses.

Apesar de sua vasta pelagem impressionar, os cuidados especiais são poucos. No entanto, é indispensável uma rotina pelo menos semanal de escovação, com escova de pinos, para deixar o Sheltie bonito e saudável. Na época da troca de pêlos essa escovação deve ser feita mais frequentemente. Apesar de longa, a pelagem não costuma formar nós.
Os criadores são bastante enfáticos sobre a quantidade de banhos. Quanto menos, melhor! Normalmente os Shelties devem ser banhados o mais espaçadamente possível, por exemplo, semestralmente, existindo criadores que nunca dão banho em seus cães, optando pelo chamado ‘banho seco", em intervalos semanais, com talco ou maisena.
A principal restrição aos banhos tradicionais é que os Shelties, por sua pelagem abundante, demoram muito para ficarem completamente secos e a umidade do pelo pode causar a proliferação de fungos e bactérias causadores de micoses e dermatites, que provocam mau cheiro e queda dos pêlos.

As marcações brancas são uma preferência em todas as cores aceitas pelo padrão do Shetland, exceto nos pretos-e-castanhos, conforme determina o padrão da raça seguido pela CBKC. Essas marcas devem estar localizadas no peito, antepeito, membros e extremidade da cauda, formando uma lista ou um colar. São proibidas no tronco. A ausência dessas manchas é aceita.
Segundo o padrão adotado pelo American Kennel Club (AKC) é proibido que os cães tenham mais do que 50% de branco no corpo. Já as entidades filiadas à Federação Cinológica Internacional (FCI) e o The Kennel Club, da Inglaterra, apenas orientam no sentido de não ultrapassar essa porcentagem, sem mencionar nos padrões, e podem penalizar ou até eliminar o cão das competições de beleza. Os exemplares com muito branco têm direito a pedigree.
As cores permitidas são: azul merle, zibeline ou marta (coloração que vai do dourado pálido ao acaju intenso) e tricolores.
Segundo os criadores não se deve acasalar 2 exemplares azuis merles, que podem gerar cães totalmente brancos e com problemas de cegueira e surdez. Outro cruzamento não indicado é o de exemplares zibeline (coloração que vai do dourado pálido ao acaju intenso) com azul merle.

A raça é considerada bastante saudável, mas geneticamente mais propensa a desenvolver problemas de pele, causados por disfunções orgânicas hereditárias. Causam o aparecimento de áreas sem pêlo, com vermelhidão da pele e posterior escurecimento. Outros problemas comuns à raça são:
Como bom cão pastor, é um excelente companheiro, muito leal a seus donos e equilibrado em suas relações. É um companheiro perfeito para pessoas sociáveis e é bastante tranquilo com relação às suas necessidades. Não costuma estranhar a visita de pessoas de fora de seu cotidiano.
Em seu livro "A Inteligência dos Cães" o psicólogo Stanley Coren classificou o Welsh Corgi Cardigan em 26º lugar e o Pembroke na 11ª entre as raças mais inteligentes.

Justamente por ser um cão muito inteligente e determinado, é bastante recomendável que recebam aulas de obediência básica, a fim de fazer com que a convivência seja proveitosa.
O Welsh Corgi Pembroke é aceito em cores uniformes (vermelho, baio, dourado, black & tan) com ou sem manchas brancas nos membros, peito e pescoço. Possui um subpelo espesso. A cauda deve ser, de preferência, naturalmente curta.
Já o Cardigan, deve ter uma cauda parecida com a cauda da raposa e é aceito em qualquer cor, com ou sem a presença de branco. O branco jamais deve ser a cor predominante.
Este cão é saudável, rústico e procria facilmente. Por ser um cão ativo e muito ágil, pode facilmente participar de competições como o agility.
De maneira geral os Corgis são cães resistentes e que apresentam poucos problemas de saúde. Os problemas mais comuns são:
E Este foi o grupo 01 aguardem o Grupo 02!!
Glaucoma
Obesidade
- displasia coxo-femural (anomalia no encaixe do fêmur e da bacia)
- atrofia progressiva da retina - que pode causar cegueira

